Rigor, dúvida e decisão
Rigor não significa esperar certeza absoluta. Em muitos problemas relevantes, ela nunca chega. Rigor significa separar o que sabemos, o que estimamos e o que apenas supomos.
A dúvida produtiva melhora a decisão porque força perguntas concretas: qual é a fonte? A unidade está correta? O resultado é sensível a qual hipótese? O que faria esta conclusão mudar? Há uma explicação alternativa mais simples?
Depois dessa verificação, é preciso agir. O método não substitui julgamento; ele torna o julgamento mais transparente, revisável e menos dependente de confiança cega.

Sou economista pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e mestre em Administração, com ênfase em Finanças, também pela UFRN. Minha formação combina análise econômica, métodos quantitativos e interesse por decisões tomadas sob incerteza.
Como professor universitário, trabalho principalmente com Estatística, Matemática e Matemática Financeira. Procuro transformar conceitos abstratos em raciocínios verificáveis, exemplos concretos e ferramentas que o estudante consiga usar de forma autônoma.
Como Planejador Financeiro certificado CFP®, meu interesse é planejamento financeiro orientado por evidências e construção de decisões coerentes com objetivos, riscos e horizonte de cada pessoa.
Ensino, pesquisa e planejamento financeiro não são frentes dispersas. Nas três, a disciplina é a mesma: questionar premissas, verificar dados, fundamentar escolhas e traduzir rigor técnico em algo compreensível e útil.